chegou a hora de honrarmos nossos próprios sutiãs."
sábado, 2 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Um lugar...
que sou apaixonada.
Com as aventuras e garantias, com o barulho e o silêncio, a calma e o trabalho, o cheiro e outras sensações, fazenda é um lugar que amo estar e que oferece situações que só ela pode oferecer. Eu não sei não ser apaixonada por um amanhecer, um entardecer e um anoitecer nesse lugar. A cada hora, uma surpresa diferente da anterior. Mas sempre incrível.
Como é bom montar num cavalo e parar num lugar de uma vista maravilhosa e só sentir. Aceitar o convite a lindeza de cada canto, de cada bicho e de cada cena.
Sentar debaixo d'uma árvore com uma butina no pé...
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Pan...
De muitas versões que ouvi de Panamericano, essa é uma das melhores. É ótimo quando a gente encontra músicas sem pretensão e se apaixona por elas. Eu me apaixono muito por músicas. Quando descubro alguma que me arranca suspiros, ela me arranca suspiros durante um bom tempo sem intervalo. Afinal, ela não sai do meu som.
So... goes one more! Tantas músicas postadas aqui no blog (inevitavelmente) e aqui vai mais uma dentre tantas outras que estão por vir (inevitavelmente).
Essa faz bastante meu estilo.
Curtam....
So... goes one more! Tantas músicas postadas aqui no blog (inevitavelmente) e aqui vai mais uma dentre tantas outras que estão por vir (inevitavelmente).
Essa faz bastante meu estilo.
Curtam....
domingo, 29 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A banda mais bonita da cidade
Meu amor, essa é a última oração, pra salvar seu coração. Coração não é tão simples quanto pensa, nele cabe o que não cabe na dispensa, cabe o meu amor. Cabem três vidas inteiras. Cabe uma penteadeira. Cabe nós dois. Cabe até o meu amor.
sábado, 14 de maio de 2011
Capturado
Finalmente descobri o nome dessa música. Há anos ela toca no carro da minha mãe ou aqui em casa, no computador. Pouca gente a conhece. Ela é linda e me envolve muito. É realmente uma música especial pra mim.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Você e eu
Texto do i-Relevante. Blog da Iana Coimbra. Minha admiração por ela é enorme. Muito grande mesmo.
Faço das palavras dela, as minhas. Segue o texto que já foi escrito há algum tempo, mas que é absolutamente atual:
Faço das palavras dela, as minhas. Segue o texto que já foi escrito há algum tempo, mas que é absolutamente atual:
A culpa é de quem?
Desde sempre as pessoas tentam empurrar para o outro a responsabilidade. Sinceramente não gosto dos discursos que apontam a Sociedade ou a Igreja como culpados pelo o que quer que seja. Sim, ambas são falhas, mas só o são porque são compostas por pessoas. E ninguém é perfeito.
É cômodo colocar a culpa na Igreja. É fácil falar que o problema é a Sociedade E até faz sentido, afinal esses dois elementos representativos são super protagonistas da História desde que o mundo existe. Mas essa não é a origem. A forma como a Igreja e a Sociedade se comportam são apenas os reflexos de algo infinitamente mais complexo: caráter.
Se eu sou parte da Igreja, a culpa se torna também minha. Ao falar que a Igreja não faz nada, é dizer que você mesmo não faz. Porque a Igreja é você. Sou eu. Afinal, são as pessoas que fazem as instituições e não o contrário. E todas as tentativas de fazer o oposto foram desastrosas.
É fácil falar que a Igreja não se importa com as pessoas. Mas você se importa? Você é capaz de perdoar alguém que errou feio? Você é capaz de deixar de comprar algo ao ver alguém que você não conhece passando necessidade e oferecer o seu próprio dinheiro? Você consegue tratar todas as pessoas da mesma forma, sem nenhum tipo de acepção? Eu confesso: ainda não.
É justificável também culpar os jeitinhos da Sociedade. Mas você paga seus impostos corretamente? Você fala sempre a verdade? Você já tentou se dar bem em cima de alguém? Você já foi tentado a subornar (tipo o carinha que precisa liberar um documento urgente)? Você já aceitou algo que não deveria?
Você, você, você. Eu, eu, eu. Somos egocêntricos e nos esquecemos de que o mundo não se resume aos nossos achismos, às nossas convicções, ao nosso ponto de vista.
Tenho aprendido a não olhar a falha do outro, mas antes examino a mim mesma. Tenho exercitado não expor o erro alheio, mas oferecer a mão, ou melhor: oferecer a segunda chance. Aprendi a pedir perdão, ainda que eu tenha a certeza de que eu fui a injustiçada. Tenho exercitado não mentir, ainda que eu me prejudique. Tenho tentado ser solidária, ainda que eu sinta que as minhas necessidades não tenham sido satisfeitas. Porque é isso que espero da Igreja. É isso que espero da Sociedade.
Aprendi a começar em mim ao invés de esperar do outro e dessa forma espero construir um outro referencial de Igreja e de Sociedade. Não um referencial de perfeição, mas de tentativa. Afinal, se eu sou parte da Igreja e da Sociedade, assim me torno. Porque aprendi que só as minhas críticas (geralmente ácidas) matam, mas a atitude gera vida. E uma coisa eu posso dizer: ainda tenho muito que caminhar...
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